quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

lé vem....

Hoje eu acredito que nasci para isso.

Talvez ainda seja nova para entender que o que eu sei é pouco para alguém querer ler ou amar tanto o que eu escrevo.
Porém como aprender se nao praticar?

Tem vez que num guento de tanto escrever.Tem vezs que brinco com a palavras regionalistas para ver se o stevan nota que me alembro dele de meu quase conterrâneo Bernardo Elis.

As vezes penso que escrevo pra provar pra VOCÊ que não sou apenas uma cabecinha de jirimum.Depois penso em tantas cabecinhas de jirimum escrevendo e não me atento mais.

escrevi 3 contos os outros 2 eu apaguei...ficaram intragáveis.nem eu consegui terminar de ler um , fiquei com muita peninha de me desfazer dele.Então peguei os dois imprimi fiz capinha e joguei numa pilha anonima em algum lugar que a gente lê qualquer coisa, como um consultório de dentista.

Depois que os abandonei fiquei imaginando-os sozinhos indefesos em suas simples folhas A4 , com uma capa de plástico barata, presos com dois grampos grossos e egoístas que nunca voltariam atrás se alguma folha se perdesse.Fiquei deprimida alguns dias, parei de escrever no blog, parei de escrever contos, parei de ler livros para não lembrar do pobres bebes que eu tinha abandonado ao léu.Senti que esse não era um bom começo para uma carreira.Me culpei e me julguei e lembrei.Nem Kafka que pediu para seu melhor amigo queimar seus livros ainda não publicados não os abandonou.
Depois de me lembrar disso tomei a decisão mais prudente, quero meus escritos de volta, recupera-los-ei após o trabalho.

Quando cheguei na pocilga que tinha os abandonado sem remorso, a secretaria do lugar , avisou que eu tinha perdido a viagem, alguém leu e pediu para levar para casa para terminar de ler.

Nossa o que pensar quando alguém gosta de algo que você fez e não valorizou?? ou melhor o que sentir???
Imagino algo melhor que felicidade, ou tão bom quanto: Orgulho.

1 comentários:

Aninha disse...

Eu os queria!!! :(